A tabela de preços mostra o acesso, e não o trabalho
A conta final depende da regra com que o serviço cobra as suas operações. O preço do pacote é só o ponto de partida.
Todo serviço de undress IA publica preços e créditos numa tabela de planos. O que ela raramente mostra é quanto você vai gastar para chegar a um resultado que preste. Para isso entram outras informações: quanto custa a operação no seu modo, quantas tentativas a tarefa leva, se a tentativa com falha é cobrada, se o saldo vence.
Este guia mostra como transformar a tabela de preços no custo do trabalho inteiro, em qualquer serviço. Não publicamos valores dos serviços porque mudam mais rápido que o texto; publicamos o método, que continua valendo.
Calcule o custo de três tentativas para uma tarefa. A conta de uma tentativa só quase sempre sai baixa demais.
Três modelos de cobrança e suas armadilhas
Assinatura, créditos e compra avulsa servem a três jeitos diferentes de trabalhar.
A assinatura cobra um valor fixo por mês ou por ano e libera um limite de operações no período. Compensa quando você usa com regularidade. A armadilha é o limite que não acumula: o que sobrou no mês some, e a renovação acontece mesmo nos meses em que você não usou.
Os créditos funcionam como saldo pré-pago. Cada operação gasta uma quantidade de créditos, que varia por modo: imagem custa menos, vídeo bem mais. A armadilha é a validade: saldos grandes, que parecem vantajosos, vencem antes de serem usados.
A compra avulsa cobra por operação ou por resultado baixado. É a mais cara por unidade e a mais barata para quem precisa de uma imagem só. A armadilha é o hábito: dez compras avulsas costumam custar mais que um pacote.
Em qualquer um dos três modelos, confira a moeda. Muitos serviços da categoria cobram em dólar, e o valor que chega à fatura do cartão inclui a conversão do dia e o IOF da compra internacional. Uma assinatura de dez dólares não custa o mesmo todo mês. Para comparar dois serviços, use o valor final em reais de cada um, e não o número da tabela.
Confira também como o serviço aparece na fatura. Nomes de cobrança genéricos são comuns na categoria, e saber o nome evita confusão na hora de contestar uma cobrança ou de cancelar.
Perguntas que definem o custo real
Encontre estas respostas na tabela de preços, nos termos de uso ou no painel antes de comprar. Cada uma muda a conta.
- Quanto custa a operação no modo que você vai usar
- Se a tentativa com falha também gasta crédito ou cota
- Se corrigir um trecho conta como operação nova
- Se resolução maior custa mais
- Se o saldo ou limite passa para o período seguinte
- Em quanto tempo vencem os créditos não usados
- Como cancelar e se há reembolso
Em teste que pede cartão, anote fora do painel a data da primeira cobrança. O cancelamento costuma ser possível até o último dia, mas lembrete quase nunca há.
Como calcular o custo em cada modelo
| Modelo | Como calcular | Cuidado com |
|---|---|---|
| Assinatura | preço do período dividido pelas operações que você realmente faz | limite não usado se perde |
| Créditos | tentativas vezes custo da operação no seu modo | validade do saldo, modos mais caros |
| Compra avulsa | preço vezes número de tarefas | a mais cara por unidade |
| Plano "ilimitado" | confira a política de uso justo | limite escrito nos termos |
Exemplo: o mesmo pacote, duas contas
Os números abaixo são fictícios e servem só para mostrar o método. Não descrevem nenhum serviço real.
Imagine um pacote de 100 créditos por R$ 50. Uma imagem custa 5 créditos, então a página sugere "20 imagens por R$ 50", ou R$ 2,50 cada. Agora aplique a sua tarefa: cada imagem boa leva, em média, três tentativas. Já são 15 créditos por imagem, e o pacote rende 6 imagens, a R$ 8,33 cada.
Acrescente uma correção de trecho em cada imagem, cobrada como operação nova de 5 créditos: 20 créditos por imagem, 5 imagens por pacote, R$ 10 cada. O mesmo pacote, quatro vezes mais caro do que a página sugere. Nada de errado com o serviço: a diferença está na regra de cobrança, que você só vê lendo.
Segundo exemplo: assinatura ou créditos
Uso irregular
Você usa em dois meses do ano, dez imagens em cada. Com assinatura mensal, paga doze meses para usar dois, a menos que lembre de cancelar e assinar de novo. Com créditos sem validade curta, compra uma vez e usa quando precisar. Aqui os créditos quase sempre ganham.
Uso regular
Você faz trinta imagens todo mês. Créditos exigem recarga frequente e custam mais por unidade. A assinatura com limite de quarenta operações sai mais barata, desde que o seu mês mais cheio caiba no limite. Calcule pelo mês mais cheio, e não pela média.
Dois perfis, duas contas
Uma tarefa de vez em quando
Procure compra avulsa ou o menor pacote de créditos com validade longa. Antes, veja se o plano gratuito já resolve a tarefa, mesmo com marca d'água ou resolução menor.
Trabalho toda semana
Compare assinatura com pacote grande de créditos usando o mês mais cheio. Confira se o seu modo, sobretudo vídeo, entra no limite da assinatura ou é cobrado à parte. A diferença de preço entre imagem e vídeo está na página sobre clipes com undress IA.
Dois truques para reconhecer
O preço do primeiro período
"R$ 9,90 no primeiro mês" e, em letra pequena, o valor cheio a partir do segundo. Ou o preço mensal mostrado para o plano anual, cobrado de uma vez. Leia o valor que será cobrado e quando.
O pacote "mais vantajoso"
O pacote maior tem o menor preço por crédito. Só é vantajoso se você usar tudo antes do vencimento. Compare o preço por crédito que você vai realmente usar, e não o preço por crédito comprado.
Preços e créditos: dois mal-entendidos que custam caro
Crédito não é resultado pronto
Um crédito paga uma tentativa, e não uma imagem boa. Se a tarefa leva três tentativas, o preço do resultado é três vezes o da operação. Toda conta deve partir do número de tentativas.
Limite mensal não é anual dividido por doze
Planos anuais às vezes dão um limite por mês, e não um saldo para o ano. O que sobra em março não vai para abril. Se o seu uso se concentra em poucos meses, o plano anual pode render bem menos do que parece.